quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Índia

Para quem se ilude com as novelas da Globo, estas são cenas reais, que nunca serão mostradas no "Caminho para as Índias" pois o objetivo ao que parece é glamourizar e divulgar os "deuses" indianos , que levaram o país a ser um dos mais miseráveis , sem higiene e politeístas do mundo. Aquilo que para os indianos são "deuses" para nós cristãos são demônios. E por lá são eles que governam. O Rio Ganges é extremamente sujo, cheio de lixo , esgoto e cadáveres passam boiando a todo o momento, pois a ele é atribuída a origem e o fim da vida;snedo assim eles costumam jogar seus mortos no rio, quando não conseguem lenha para queimá-lo. As ruas são repletas de lixo, e não existe higiene no preparo dos alimentos nas ruas; Os animais andam e defecam por todos os lugares, sendo recebidos até dentro das casas, pois muitos são considerados deuses, como as vacas. Já as mulheres são tratadas com extremo desprezo, e a maioria dos bebês do sexo feminino são mortos, afogados no ganges, em leite , ou deixados sem alimentação e água para poderem morrewr de "forma natural". Tudo isso devido ao pai da mulher na época de seu casamento arranjado ter de dar um pesado dote para o noivo.

Esforço

Uma mãe deu à luz a um menino bonito e saudável. Quando ele nasceu, seu pai, não quis nem saber e foi embora. A mãe cuidou dele com todo amor e carinho. Trabalhava durante o dia como empregada doméstica e quando seu filho não estava na escola , ela o levava para o trabalho. Durante a noite em sua humilde casa ela brincava com seu filho, cuidava dos afazeres domésticos e fazia doces para vender a uma lanchonete. O menino foi crescendo e com o tempo veio a rebeldia e os falsos amigos. Começou a beber e a fumar e a chegar tarde em casa. A mãe , como toda a mãe zelosa aconselhava o filho a não fazer aquilo e a ficar mais em casa, mas ele fazia exatamente o contrário. O tempo foi passando e o menino passou a usar drogas e a ficar cada vez mais tempo nas ruas em companhia de seus pseudo-amigos. passou a agredir a mãe com palavras e às vezes até mesmo físicamente. Reclamava que ela nunca tinha dinheiro para nada, e que ele precisava de roupas "de marca" de tênis melhores pois todos os seu colegas só andavam super chiques. Começou a ficar mais tempo ainda fora de casa. Sua mãe já não sabia o que fazer com ele, para que largasse as drogas e voltasse a ser aquele bom menino. Mas ele começou a traficar para poder sustentar o vício. Foi preso uma , duas , três vezes. Sua mãe sofria com a situação e a cada prisão, ele ficava pior. Mas ela sempre ia visitá-lo e levava comida, bolos e biscoitos. Da última vez que ele foi preso, foi por tráfico e assassinato. A polícia contou que o filho estava envolvido na morte de uma pessoa que não pagou uma dívida de drogas. Ficou meses sem a visita da mãe, e estranhando a demora escreveu uma carta perguntando por que a mãe não foi o visitar na prisão. Aguns meses depois recebeu uma carta da sua mãe. "Querido filho: Eu não tenho ido te visitar por que acho que não é uma boa idéia. Eu te criei com muito sacrifício, com amor e carinho, te dei estudo que nem mesma eu podia ter nesta vida. Você foi pelo caminho errado, contra tudo o que ensinei. Cada vez que você ia preso eu me esforçava muito para poder te visitar e levar suas coisas. Corri atrás dos defensores para tirar você daí. Tudo foi em vão. Você sempre se esforçava mais para voltar para o mundo do crime e para a cadeia . Cheguei a conclusão que VOCÊ QUER ESTAR AÍ; afinal se esforçou tanto, que atingiu seu objetivo. Não vou mais lutar contra a sua vontade. Mas se quiser voltar atrás, se tornar um homem bom e respeitado em nossa cidade, alguém que realmente preste, que queira vencer na vida sem colocar outros jovens bons como você foi, no vício, e no crime , então sua mãe estará te esperando de braços abertos. Sua Mãe que tanto te ama. Moral da estória: Não adianta nos desdobrarmos para ajudar alguém se ele mesmo não quer ser ajudado. É preciso que a pessoa com problemas tenha motivos para mudar e não apoio para continuar na mesma situação. Everson Leal