sábado, 24 de dezembro de 2011

Aumento dos salários de vereadores


As câmaras municipais , neste final de ano, estão em festa; e como em  festa gasta-se  muito, então os vereadores de vários municípios resolveram aumentar seus salários. E quem vai pagar a conta? Nós, os bestas de plantão.
Vamos analisar de forma empresarial: O aumento se justifica para que? Vai melhorar em quantos por cento o "trabalho" dos parlamentares? Vão "trabalhar" mais? A cidade e os cidadãos se beneficiarão em que? Foi o mesmo aumento dado aos funcionários das respectivas prefeituras? Claro que não. Para esses, nunca há verba, existe a crise internacional na Europa, a queda do euro, as mudanças climáticas, etc; O presidente da câmara de Cariacica justificou seu  aumento afirmando que se baseou no aumento do salário mínimo. Será que não sabe que desde a época do FHC é proibido por lei se indexar qualquer aumento ao salário mínimo? Os funcionários da PMC tiveram o mesmo aumento? Duvido.
E assim as câmaras de Cachoeiro, Viana, Vila Velha, Serra e Cariacica sairam na frente, para garantir melhoria de vida para  a população (de vereadores );

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Idéia infeliz




Esta tramitando na câmara do município de Vitória, um projeto de lei que de tão esdrúxulo chega a parecer piada. Piada de péssimo gosto. Um “veriadô” teve a brilhante idéia de criar um monumento, em cima de outro monumento. Colocar um Cristo redentor em cima da belíssima Pedra dos Olhos. Nada contra Cristo, eu inclusive sou cristão, mas na minha singela opinião, acho que ali não seria o local mais adequado para tal empreitada, visto trata-se de um monumento natural, de extrema beleza e uma intervenção humana ali seria uma catástrofe, sem contar o mau gosto de se copiar o cristo redentor mais uma vez (já temos cópias em Colatina e Guacuí). Sou plenamente a favor que se construa um monumento belo e original, em local apropriado e seguro, para poder até mesmo virar mais uma atração turística de nossa aprazível ilha do mel. Que tal colocar um monumento no alto da ilha que fica embaixo da terceira ponte? Alí já possui um conjunto paisagístico interessante, que poderá ser mais valorizado; ou naquela ilha que fica logo atrás da Capitania dos Portos, na praça do Papa? Também não comprometeria em nada a paisagem.
Pensando bem, ao invés de construir, por que a prefeitura e a câmara não compram a caravela Vitória, confeccionada em comemoração aos 500 anos do descobrimento, e que está adernada na baía de Vitória, estragando, e a coloca em terra firme, decorada de acordo com a época, com bonecos vestidos a caráter? Iria ficar super legal.  

sábado, 10 de setembro de 2011

Nos tempos do Kichute

Nossa! Achei na internet agumas coisas que mencionavam o kichute. Para quem não lembra, não conhece ou nunca ouviu falar, trata- se (será que ainda existe?) de um calçado; misto de chuteira e tênis, da cor preta, que foi o maior sucesso calçadístico*  da década de 70. Possuía um cadarço longo(por que será?), que  se amarrava no tornozelo ou por baixo do tenis/chuteira. Lembro-me que meu pai comprou vários para mim. Era quase obrigatório usar na escola. Lembro-me também que era feio; nossa! Como era feio o tal do kichute; algumas poucas  meninas também usavam; certamente incentivadas pelos pais que viam no calçado preto algo bom e barato. Sua resistência era famosa; aguentava o ano inteiro, as aulas de educação física, que sempre terminavam em peladas e as peladas fora do horário das aulas. Mas o tenizinho desbotava; não poderia lavar muito pois ele ia desbotando e ficando ainda mais feio. Então, como nosso pai só comprava um kichute ao ano, a solução era passar graxa de sapato no kichute e deixar o bichinho todo preto. Não lembro de ter rasgado nenhum; o máximo que acontecia era o cadarço arrebentar, mas como era imenso, era só emendar e pronto. Ou então usar pela metade mesmo. As travas do kichute  com o tempo ficavam gastas, mas ainda assim o calçado resistia bravamente; e se estivesse em condições no próximo ano, ou nosso pé não tivesse crescido, o usaríamos de novo. Ou seria doado ao irmão mais novo. Lembrei-me de quando fui escoteiro do mar; o uniforme era bermuda azul, igual ao uniforme da Marinha, com boné de marinheiro, aquele sem aba e o calçado...  um kichute. Não tinha jeito de ficar longe do calçado preto. Na época era muito comum também ver os garis da prefeitura usando o kichute. O tal calçado chegou a vender 9 milhões de pares na época, mais ou menos 10% do total da população do Brasil na época. Recentemente tentaram fazer um revival do Kichute, com versões coloridas; mas sinceramente, não compraria nenhuma versão.

70's : In times of Kichute
Wow! I found some things on the internet that mentioned the kichute. For those who do not remember, do not know or never heard, it (is it still there?) Of a shoe, boot mixed with sneakers, black color, which was the most successful footwear segment of the 70's. He had a long braid (why?), Which is tied at the ankle or under your shoe / boot. I remember that my father bought several for me. was almost mandatory to use at school. I also remember that it was ugly, wow! How ugly was that of the kichute; few girls also used, certainly encouraged by parents who saw something good in black shoes and cheap. His resistance was famous, could handle the whole year, physical education classes, which always end in peeled and peeled out of school hours. But the fading tennis, could not wash because he was very discolored and getting even uglier. So, as our father just bought a kichute year, the solution was to spend the kichute shoe polish and let the all-black shoes. I do not remember any torn, the most that happened was the lace burst, but as it was huge, was all correct and ready. Or use it in half. Kichute the locks were worn, but still bravely resisted the shoes, and was in a position next year, or our feet had not grown up we would use again. That would be donated to his younger brother. I remembered when I was scouting the sea, the uniform was blue shorts, like the Navy uniform with a sailor hat, and shoes that without tab ... a kichute. There was no way of getting away from black shoes. Then it was also very common to see the city street sweepers using kichute. The shoes that he sold nine million pairs at the time, roughly 10% of the total population of Brazil at the time. Recently tried to do a revival of Kichute with colored versions, but honestly, would not buy any version.

*Do segmento de calçados, segundo o Grande Dicionário Paraguassú

Everson Leal   

domingo, 7 de agosto de 2011

Internação compulsória para viciados em crack

A Secretaria Estadual de Segurança  do Rio de Janeiro adotou medidas para o recolhimento e internação compulsória de dependentes de crack, coisa que já defendo há  algum tempo. Os dependentes de químicos, principalmente do crack, quando chegam a um determinado ponto, onde infrigem todas as regras sociais, para poder conseguir sua droga, demonstram claramente não terem condições de decidir por sua recuperação, pois para eles, que romperam laços familiares, moram nas ruas por opção ou por terem sido expulsos de casa, já praticam crimes para manter o vício, é praticamente impossível que saiam dessa vida com as próprias pernas. É necessária a intervenção em suas vidas para poder os reintegrar à sociedade, para impedir que se tornem ou continuem sendo predadores da própria sociedade. Quando será que a Secretaria  Estadual de Segurança do Espírito Santo vai fazer o mesmo? E os municípios, o que estão esperando? Não se esqueçam que o próximo ano é de eleições. Alô deputados e demais autoridades por onde andam vocês que não enxergam, através dos vidros de seus carros blimdados, os viciados que perambulam pelas cidades?

Compulsory hospitalization for crack addicts
The Security Bureau of the State of Rio de Janeiro has taken steps to compulsory hospitalization of dependents of crack cocaine, something that already advocate for some time. The chemical-dependent, especially of crack, when they reach a certain level of dependence, where all violating social rules in order to get their dope, show clearly not in a position to decide for his recovery, because for them, which severed family ties , have become homeless by choice or were driven from their homes since commit crimes to maintain addiction, it is virtually impossible to leave this life on their own feet. Intervention is needed in their lives to be able to reintegrate into society, to prevent them from becoming or continuing to be predators of society itself. When will the Security Bureau  of the State of Espirito Santo will do the same? And the municipalities, which are waiting? Do not forget that next year's elections. Hello deputies and other authorities where are you who can not see through the windows of his armored cars, addicts who roam the cities?





terça-feira, 26 de julho de 2011

A única resposta da Câmara Municipal de Vitória

Em resposta ao e-mail enviado à TODOS os vereadores de Vitória-ES, apenas um se preocupou em responder a  questão das sacolas. Os outros, ao que parece, fizeram ouvidos de mercador, ou fizeram que não era com eles. Segue abaixo a resposta. 


Prezado Senhor, Everson Leal,
Bom dia!

 Em atenção a vossa solicitação, a respeito da proibição da distribuição das sacolas plásticas
nos supermercados, devido à edição da lei 12305/2010. Informo que li todo o e-mail que
vossa senhoria me enviou.

Concordo com suas observações, é um tema que exige debate com todos os setores
da sociedade, e não é simplesmente uma questão de proibição.

As ações de discussão, divulgação e de Educação Ambiental devem anteceder uma proibição. Entendemos que o Executivo deve divulgar mais as suas ações de coleta seletiva.

Vou levar essa discussão ao plenário, para estudarmos a matéria tecnicamente, e propor soluções que não acarretem prejuízos a nossa população.
A princípio sou contrário a proibição de entrega das sacolas, e ao mesmo tempo da venda delas pelos supermercados, pelos mesmos motivos já elencados por vossa senhoria.

Para isso, contamos com você. Nosso gabinete está à disposição.

Qualquer demanda, pode nos enviar.

  Grande Abraço!

Fabrício Gandini
Vereador
VITÓRIA-ES

33344532

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Apelo aos Vereadores de Vitória-ES

Depois de receber e-mail do leitor José Guilherme Fichtner, fiquei com ainda mais vontade de fazer algo a respeito da enganação das sacolas e mandei e-mails a TODOS os vereadores do meu município e o que disse foi o seguinte:

Prezado vereador(a) do Município de Vitória-ES: Estou encaminhando para V.S. artigo que publiquei em blog devido à preocupação com a questão das sacolas plásticas, que de uma hora para outra , vem sendo alvo de ataques por aqueles que até o momento as dão de graça, as redes de supermercados. segue abaixo o conteúdo postado por mim em meu blog, que como podem  ver já tem mais de 10 mil acessos. Gostaria de saber o que V.S. Pretende fazer a respeito pelos cidadãos da cidade que o (a) elegeu.

O engodo das sacolas plásticas

A mídia, as grandes redes de supermercados e os fabricantes de sacolas plasticas conseguiram fazer com que a maioria da população acreditasse que se eles parassem de nos fornecer embalagens para transportar os produtos comprados em seus estabelecimentos, o mundo seria melhor, haveria menos poluição, menos lixo nas ruas, menos sacolas de plástico entupindo bueiros, etc,etc. Acontece que isto é uma jogada para poder reduzir os custos DELES, que não mais fornecerão sacolas plásticas, mas venderão a um custo de (se não me engano) R$ 0,20 cada(cerca de 500 vezes o valor de custo); ainda eles ganham um bônus extra: Podem mandar os poucos embaladores para o olho da rua, reduzindo mais ainda seus custos. Agora as perguntas que não querem calar: 
1) As sacolas plásticas, que são recicláveis, são utilizadas pela maioria esmagadora da população para depositar seu lixo;e existem algumas redes supermercadistas que utilizavam as oxibiodegradáveis, politicamente corretas. Depois da proibição das sacolas vai acontecer o quê? A população será obrigada a comprar os sacos de lixo, que são infinitamente mais caros, não são biodegradáveis e vão parar nos mesmos lugares das outras sacolinhas. A indústria de sacolas deve estar rindo à toa.
2) Como faremos compras? teremos de comprar várias sacolões "ecológicos" que já estão disponíveis nos supermercados, por cerca de R$20,00 cada? Como transportaremos um monte de sacolas, já que não haverá mais embaladores? Como separar corretamente as compras, com a restrita quantidade se sacolas que dispomos? Seremos obrigados a comprar outras unidades na hora?
3) Se estivermos na rua e pensarmos em fazer uma compra, como faremos, sem as sacolas, teremos de comprar? E se comprearmos sacolas, poderemos usá-las para depositar lixo, depois de uma intensa campanha criminalizando-as?
4) Como faremos para transportar  tantas sacolas ou bolsas "ecológicas" , teremos de levar a família inteira para nos ajudar?
6) Como saber a capacidade de peso que aguenta uma "ecobag", já que nós mesmos vamos embalar as compras? 
8) Já que vamos embalar as compras, isso não vai gerar ainda mais demora e aumento das filas nos caixas?
9) Por que eles(supermercadistas) não optaram pela volta das embalagens de papel, assim como as fábricas de refrigerantes estão fazendo com os vazilhames de vidro? ("-Ah,isso vai gerar custos, e não vamos poder mandar os embaladores embora!") 
10) Se os supermercados vão cobrar por cada unidade de sacola, será que vão devolver o troco de 1, 2,3, 4 ou 5 centavos que sempre fica para trás? (duvido!)


Publicado em : www.gighablog.blogspot.com 

Gostaria de contar com sua colaboração para análise do assunto e publicar no blog sua resposta.

Cordialmente,




Everson Leal


PS: Os e-mails dos vereadores são: 
ademarrocha@cmv.es.gov.br,
ademarochalima@yahoo.com.br,
varejao@cmv.es.gov.br,
varejao@aloisiovarejao.com.br,
varejao@projetocasaverde.org.br,
dermivalgalvao@cmv.es.gov.br,
dermivalgalvao@dermivalgalvao.com.br,
falecom@eliezertavares.com.br,
esmaelalmeida@cmv.es.gov.br,
esmael@esmael.com.br,
fabiolube@cmv.es.gov.br,
fabiolube@gmail.com,
comunicacao@fabriciogandini.com.br,
fgandini@gmail.com,
juarezpsb@cmv.es.gov.br,
juarezpsb@gmail.com,
luisinhocoutinho@cmv.es.gov.br,
maxdamata@maxdamata.com.br,
namychequer@cmv.es.gov.br,
namychequervereador@gmail.com,
vereadoraneuzadeoliveira@hotmail.com,
reinaldobolao@yahoo.com.br,
vereadorserjao@cmv.es.gov.br,
vereadorserjao@gmail.com,
zezitomaio@cmv.es.gov.br,
vereadorzezitomaio@hotmail.com

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O engodo das sacolas plásticas


A mídia, as grandes redes de supermercados e os fabricantes de sacolas plasticas conseguiram fazer com que a maioria da população acreditasse que se eles parassem de nos fornecer embalagens para transportar os produtos comprados em seus estabelecimentos, o mundo seria melhor, haveria menos poluição, menos lixo nas ruas, menos sacolas de plástico entupindo bueiros, etc,etc. Acontece que isto é uma jogada para poder reduzir os custos DELES, que não mais fornecerão sacolas plásticas, mas venderão a um custo de (se não me engano) R$ 0,20 cada(cerca de 500 vezes o valor de custo); ainda eles ganham um bônus extra: Podem mandar os poucos embaladores para o olho da rua, reduzindo mais ainda seus custos. Agora as perguntas que não querem calar: 
1) As sacolas plásticas, que são recicláveis, são utilizadas pela maioria esmagadora da população para depositar seu lixo;e existem algumas redes supermercadistas que utilizavam as oxibiodegradáveis, politicamente corretas. Depois da proibição das sacolas vai acontecer o quê? A população será obrigada a comprar os sacos de lixo, que são infinitamente mais caros, não são biodegradáveis e vão parar nos mesmos lugares das outras sacolinhas. A indústria de sacolas deve estar rindo à toa.
2) Como faremos compras? teremos de comprar várias sacolões "ecológicos" que já estão disponíveis nos supermercados, por cerca de R$20,00 cada? Como transportaremos um monte de sacolas, já que não haverá mais embaladores? Como separar corretamente as compras, com a restrita quantidade se sacolas que dispomos? Seremos obrigados a comprar outras unidades na hora?
3) Se estivermos na rua e pensarmos em fazer uma compra, como faremos, sem as sacolas, teremos de comprar? E se comprearmos sacolas, poderemos usá-las para depositar lixo, depois de uma intensa campanha criminalizando-as?
4) Como faremos para transportar  tantas sacolas ou bolsas "ecológicas" , teremos de levar a família inteira para nos ajudar?
6) Como saber a capacidade de peso que aguenta uma "ecobag", já que nós mesmos vamos embalar as compras? 
8) Já que vamos embalar as compras, isso não vai gerar ainda mais demora e aumento das filas nos caixas?
9) Por que eles(supermercadistas) não optaram pela volta das embalagens de papel, assim como as fábricas de refrigerantes estão fazendo com os vazilhames de vidro? ("-Ah,isso vai gerar custos, e não vamos poder mandar os embaladores embora!") 
10) Se os supermercados vão cobrar por cada unidade de sacola, será que vão devolver o troco de 1, 2,3, 4 ou 5 centavos que sempre fica para trás? (duvido!)


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Deputada mais que sensata



Acho extremamente sensato o discurso da deputata, visto que o comportamento homossexual é COMPORTAMENTO; não se nasce homossexual, da mesma forma que não se nasce Corinthiano, Flamenguista, Cruzeirense. Não ser a favor do homossexualismo, não quer dizer ser homofóbico; essa é a intenção objetiva, de grupos xiitas homossexuais,  de confundir a simples discordância com ser intolerante e discriminatório. Parabéns à deputada Myrian Rios, pela sua coragem e sua fé. Não se deixe abater pelo perseguição do Talibã gay. Até mesmo a mídia abraçou esta causa homossexual, fazendo de tudo para promovê-la e perseguindo fervorosamente quem se opõe a tais práticas.

sábado, 25 de junho de 2011

O homem que foi aplaudido por Bill Gates

Salman Khan criou um método, meio por acaso, que pode ser considerado uma reinvenção da maneira de educar, usando como ferranenta  a internet e o youtube para passar os conteúdos. Por isso até o Bill Gattes o aplaudiu pessoalmente.




O endereço do site Khan Academy é: http://www.khanacademy.org/

Ainda há esperança


Ainda existe esperança de dias melhores. Um exemplo é de uma pessoa que  se juntou a outras em prol de uma causa para ajudar a transformar a  realidade de outra que elas nem ao menos conheciam pessoalmente. O  resultado de tanta solidariedade e suor foi o desenvolvimento d eum  equipamento que conseguiu fazer com que uma pessoa com sérios problemas  conseguisse interagir melhor com o mundo e voltasse a trabalhar. Muito  interessante a história desse vídeo.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Omissão eloqüente



No  último dia 11 foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de Vitória, onde deveria ser debatido com os 15 vereadores a situação das escolas e dos profissionais da educação do município. Cerca de 1000 professores estiveram presentes na audiência onde foram expostas as condições extremamente precárias das escolas, com rachaduras, falta de carteiras, falta de quadras para recreação e educação física, falta até mesmo de merenda, algo que tem verba específica da união destinada para tal, falta de materiais básicos para os professores trabalharem, como giz, pinceis para quadros brancos, e fora as instalações provisórias, de metal ou madeirite, que se tornaram permanentes, num calor insuportável. Como se não bastasse , existe ainda em várias escolas, a invasão pelos temidos e perigosos caramujos africanos, que podem transmitir várias doenças só de tocar nele. Alguns já foram encontrados até mesmo dentro de caixas d'agua de escolas. Mas apesar da importância do tema, 13 dos 15 vereadores sumiram misteriosamente e não deram as caras no plenário, omitindo-se de suas obrigações de fiscalizar o poder executivo. Não podem alegar que não sabiam, pois foram comunicados e se não sabiam ficaram sabendo das mazelas posteriormente, pois foram  entregues documentos, fotos e vídeos da situação escabrosa das referidas escolas. Os vereadores que não compareceram à sessão foram: Zezito Maio, Ademar Rocha, Aloísio Varejão, Namy Chequer, Dermival Galvão, Esmael Almeida, Elézer Tavares, Juarez Gonçalvez, Fábio Lube, Sérgio Magalhães(Serjão), Reinaldo Bolão, Max da Mata e Luis Carlos Coutinho. Queremos saber de suas explicações, se é que existem.