sexta-feira, 26 de junho de 2009

Seminário de sucesso

O seminário de Biblioteconomia organizado pelos alunos dos últimos períodos do curso, com a parceria dos professores Mari Nádia e Eduardo Valadares, cujo tema foi "Biblioteconomia 35 anos: Experiências, competências e possibilidades", realizado entre os dias 22 e 25 de junho no Auditório Manoel Vereza , no CCJE, na UFES, foi um sucesso de público e de resultados. As palestras foram brilhantes, com convidados excelentes todos os que estiveram presentes ficaram impressionados com o evento. Parabéns a todos os que ajudaram na organização. E que venham mais 35 anos.

domingo, 21 de junho de 2009

O futuro da profissão de Jornalista

Diante da decisão do STF que aprovou a extinção da obrigatoriedade da exigência de diploma superior para o exercício da profissão de jornalista, fiquei imaginando como será o futuro da profissão. É bem provável que fechem várias faculdades particulares de jornalismo, pois quem é que se disporá a pagar(caro) por um curso que forma profissionais cujo diploma não será exigido e que ganhará exatamente a mesma coisa que aqueles que não o tem, e após 4 anos coloca profissionais com uma boa teoria, mas sem prática no mercado? Bem, esperamos que pelo menos as universidades federais mantenham os cursos de jornalismo. E se assim for teremos menos profissionais no mercado, e os que fizerem o curso superior talvez se destaquem mais, pois sabemos que um bom jornalista não se forma da noite para o dia; até entre os formados tal coisa é uma raridade. É necessário também suar muito a camisa, subir em morros, muitas vezes correndo risco de vida, andar muito no sol, pegar chuva, entrar em ambientes hostis, chorar junto a vítimas de tragédias pessoais; rir junto com as torcidas, quando o time vencedor é o seu de coração; escutar mentiras deslavadas de politiqueiros, ser por vezes agredido e ameaçado de morte inúmeras vezes, por defender a verdade; é ser destratado pelos colegas de profissão, apenas por eles estarem do outro lado do poder, fazendo seu jogo, muitas vezes sujo; é amar , ser amado e odiado pelos entrevistados; tietar aquele ídolo, quando for fazer a matéria; é ter de fazer o jabá encomendado pela chefia, para agradar alguém; passar fome esperando o entrevistado mala, mas que não pode deixar de incluir na matéria; é ter de ficar na redação para fechar texto, quando todos já foram embora; é não ter feriados, e muitas vezes ficar longe da família em datas importantes como natal, ano novo, páscoa e aniversários familiares, inclusive o próprio; é além de tudo isso amar a verdade e ter capacidade também de levar a sociedade a refletir e ajudar formar a sua opinião a respeito dos mais variados assuntos. Everson Leal

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Diploma de jornalista

Por oito votos a um, o STF pôs fim à uma questão que há décadas é controversa: A exigência de diploma de nivel superior para o exercício da profissão de Jornalista. Atendendo a um recurso protocolado pelo Sindicato das empresas de rádio e televisão de São Paulo, e Ministério Público Federal, que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma. Segundo o relatório final do presidente do STF, Gilmar mendes, o fato de um jornalista ser graduado não implica em mais qualidade aos profissionais da área. "A formação específica em cursos de jornalismos não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros". Disse : Se formos por esse pensamento equivocado, então os Advogados também não necessitam de diplomas, e nem os farmacêuticos; e tampouco os engenheiros. Então é melhor acabar com tudo de vez e voltarmos a ser um país produtor de bananas e cana de açúcar para a exportação. Total retrocesso. Mas a pergunta que não quer calar: De quem partiu a iniciativa e quem é o beneficiário com tal medida? A perguntya tem uma única resposta : Os patrões das empresas de comunicação social, ou seja os donos de TV's e rádios por esse Brasil afora. Pois assim , com uma mão de obra malformada é mais fácil de reduzir salários e manipular para que as pseudonotícias atendam aos enteresses econômicos da própria empresa de comunicação e de seus anuciantes. Poderão as empresas contratar qualquer um e lhes darem um treinamento de alguns minutos e está pronto mais um "jornalista", sem ética ou qualquer comprometimento com a sociedade, ganhando um salário de fome que não dá nem para sustentar a sua família. Atualmente os jornalistas já convivem com um salário extramente baixo; depois do ocorrido então com a desqualificação da profissão a coisa pode piorar grandemente. A começar pelo fechamento das faculdades particulares de jornalismo. Quem é que vai querer pagar para estudar se pode exercer a profissão (agora desvalorizada) e ganhar exatamente igual a quem nunca sentou em bancos acadêmicos? E quem está entrando ou terminando a faculdade ? Que motivação terá para concluir os estudos? Só o tempo dirá. Everson Leal

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Seminário Biblioteconomia UFES

O Curso de Biblioteconomia da UFES está completando 35 anos e em comemoração, o Departamento de Ciências da Informação, em conjunto com os alunos dos últimos períodos, estão organizando o seminário " Biblioteconomia: 35 anos de experiências , competências e possibilidades", destinados a alunos da UFES e à comunidade em geral, a fim de discutirem e conhecerem melhor às áreas de atuação dos Bibliotecários, saindo do senso comum que Bibliotecário só trabalha em biblioteca. O seminário será realizado entre os dias 22 e 25 de junho corrente, no auditório Manoel Vereza que fica no CCJE , na UFES. A entrada é franca.