segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Doutores em rapinagem

Um seleto grupo de 300 professores recebeu para fazer doutorado no exterior, cerca de US$ 200,000(duzentos mil dólares) cada um, e viajou com o compromisso de retornar ao Brasil, reembolsar a União e aqui exercerem seus recém adquiridos conhecimentos científicos. Até aí tudo bem, dentro da normalidade, pois a verba saiu de bolsas do CNPq, em procedimento comum. Só que os 300 espertalhões não voltaram ao Brasil e muito menos devolveram o dinheiro. Ou seja o Governo bancou seus estudos, qualificando-os na mais alta esfera de pesquisadores e eles malandramente deram as costas para o país, ficando no exterior para trabalhar, dando um calote econômico e moral. Somadas as bolsas surrupiadas, o prejuízo foi de US$ 60.000,000(R$ 106,2 milhões) para o contribuinte Brasileiro. Será que esses "doutores" nunca tiveram aulas de ética? Alegam que aqui no país não existem empregos decentes e remunerações compatíveis. Tudo bem, mas devolvam o dinheiro! A nata da elite intelectual agiu mesquinhamente e sem o mínimo pudor. O CNPq costuma parcelar os débitos em até 60 vezes, e nem disso o esperto grupo quis saber. O CNPq bem que poderia divulgar a lista desses 300 doutores caloteiros. Ou como disse Luís Inácio esses 300 picaretas.

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